Advocacia Médica · Defesa e Proteção

Advocacia médica: defesa e proteção jurídica para médicos e clínicas.

Sindicância no CRM, processo ético, defesa em ação por erro médico e compliance. Atuação nacional, por quem vive a fronteira entre medicina, bioética e Direito.

Resposta rápida e em sigilo profissional.

Leonardo Batistella entre profissionais de saúde em ambiente hospitalar
Advogado · OAB/RS 85.046 Comitês de Bioética (HU Santa Maria e HU Maringá) Pós em Governança, Ética e Compliance · Albert Einstein Atuação nacional
O que decide o seu caso

Ser notificado pelo CRM é uma das maiores angústias de uma carreira médica. E a angústia costuma vir de não saber o que vem pela frente: que prazo corre, o que a sua manifestação precisa conter, o que aquele papel realmente significa. O que decide não é o susto. É estar bem defendido a tempo.

Como atuo

Três frentes, uma prioridade: proteger sua prática.

01

Defesa em sindicância e processo ético

CRM e CFM. Da notificação à defesa técnica e ao recurso, com estratégia construída desde o primeiro despacho, quando ainda dá para orientar o rumo do procedimento.

Entenda a defesa no conselho
02

Defesa em ação judicial por erro médico

Contestação, condução da perícia e estratégia probatória, com leitura clínica e jurídica do caso. A perícia costuma ser o ponto onde a ação se decide.

Entenda a defesa judicial
03

Consultoria preventiva e compliance

Clínicas, documentação assistencial, TCLE e gestão de risco, inclusive a adequação à Lei 15.378/2026. Resolver antes que vire processo.

Entenda a frente preventiva
Entenda cada frente

O que cada frente envolve, na prática.

Sindicância e processo ético no CRM e no CFM

A sindicância é a apuração preliminar: o conselho verifica se há indício de infração ética antes de decidir se instaura processo, e ela pode terminar em arquivamento. O processo ético-profissional é a fase seguinte, com imputação formal, instrução, audiências e julgamento; as penalidades possíveis vão da advertência confidencial à cassação do exercício. Cada fase corre em prazos próprios, contados na forma do Código de Processo Ético-Profissional, e o que se afirma na primeira manifestação permanece nos autos até o fim, inclusive em eventual recurso ao CFM.

O trabalho de defesa passa por ler o que foi efetivamente imputado, confrontar a acusação com o que o prontuário e a documentação sustentam, verificar a regularidade do próprio procedimento, redigir as manifestações técnicas, preparar o profissional para audiências e oitivas e, quando for o caso, levar a discussão à instância seguinte. A estratégia se define caso a caso, sobre o que os autos permitem.

Ação judicial por erro médico

Na esfera cível se discute responsabilidade: se houve falha técnica, falha de informação ao paciente ou falha de documentação, e se existe nexo entre a conduta e o dano alegado. Complicação não se confunde com erro. Procedimentos têm riscos inerentes, descritos na literatura, que podem se materializar mesmo com conduta correta, e a responsabilidade do médico, em regra, depende de culpa demonstrada.

É uma esfera decidida por prova técnica. A defesa organiza a versão clínica dos fatos a partir do prontuário, acompanha a perícia com quesitos e assistente técnico, e cuida da coerência entre o que se afirma no processo e o que corre em outras esferas sobre o mesmo fato, porque a mesma situação pode ser examinada também pelo conselho e pela vigilância sanitária.

Consultoria preventiva e compliance para clínicas e consultórios

A frente preventiva cuida da documentação e das rotinas que sustentam a prática: termo de consentimento específico por procedimento, prontuário e registros, contratos com profissionais, laboratórios e operadoras, regulamentos internos e adequação às normas dos conselhos, da vigilância sanitária e da LGPD no tratamento de dados de saúde.

Inclui a adequação ao Estatuto dos Direitos do Paciente (Lei nº 15.378/2026), que trouxe deveres novos de informação, consentimento e acesso ao prontuário para clínicas e consultórios. O objetivo é ter rotinas e documentos que registrem o cuidado como ele aconteceu, para que a clínica tenha o que mostrar se algum questionamento vier.

O que acontece quando você me procura

Sem mistério sobre o próximo passo.

Quem chega aqui costuma estar com um documento na mão e nenhuma clareza sobre o que ele exige. O começo é sempre o mesmo.

Primeiro

Leitura do documento e do prazo

Antes de qualquer estratégia, é preciso saber exatamente o que chegou e quanto tempo existe. Notificação de sindicância, citação judicial e auto de infração sanitária correm em prazos diferentes, e essa leitura muda tudo o que vem depois.

Depois

Conversa sobre o caso, com sigilo

Uma conversa para entender o que aconteceu na sua versão, com os registros à mão: prontuário, evolução, termo de consentimento, ficha do procedimento. É aqui que aparece o que a documentação sustenta e o que ainda falta reunir.

Então

Proposta de trabalho, por escrito

Escopo, honorários e forma de pagamento definidos antes de começar, sem surpresa depois. Só então a defesa é construída.

Leonardo Batistella
Por que comigo

Quem te defende entende de medicina, não só de processo.

  • Advocacia dedicada exclusivamente ao Direito Médico, à Bioética e à Governança em Saúde.
  • Advogado especialista em Direito Médico e mestre em Bioética.
  • Membro de Comitês de Bioética hospitalares (HU Santa Maria e HU Maringá).
  • Pós em Governança, Ética e Compliance pelo Albert Einstein.
  • Produção acadêmica própria em bioética e responsabilidade médica.

A linguagem do médico e a do Direito, na mesma defesa.

Perguntas frequentes

O que os médicos costumam perguntar antes de me procurar.

O que faz um advogado de direito médico?

Atua nas questões jurídicas do exercício da medicina: defesa em sindicância e processo ético no conselho, defesa em ações judiciais ligadas à atividade profissional, orientação sobre prontuário, consentimento e publicidade médica, contratos da rotina da clínica e conformidade com as normas do CFM, da ANVISA e da legislação de saúde.

A diferença em relação à advocacia geral está na prova e na linguagem: esses casos se decidem sobre prontuário, literatura médica e perícia, e a defesa precisa transitar entre o vocabulário clínico e o jurídico sem perder rigor em nenhum dos dois.

Recebi uma notificação do CRM. Preciso mesmo de advogado?

A defesa em sindicância e em processo ético profissional pode ser apresentada pelo próprio médico, sem advogado. A questão não é a obrigatoriedade, é o efeito: o que se escreve na primeira manifestação passa a integrar os autos e acompanha o procedimento até o fim, inclusive num eventual recurso ao CFM.

Também é comum o mesmo fato correr em mais de uma esfera ao mesmo tempo, no conselho, na Justiça e na vigilância sanitária, e o que se afirma numa delas repercute nas outras. Coordenar essas frentes é parte do trabalho.

Recebi uma intimação ou citação. O que faço primeiro?

Guarde o documento e identifique duas informações: o que exatamente está sendo pedido e qual o prazo indicado. Depois, reúna a documentação do atendimento (prontuário, exames, termo de consentimento, ficha do procedimento) e evite explicações improvisadas, por escrito ou por telefone, antes de entender o alcance do que foi perguntado. A primeira manifestação entra nos autos e acompanha o caso até o fim.

Qual o prazo para responder ao CRM ou à Justiça?

Varia conforme a esfera e o ato: sindicância, processo ético, ação judicial e auto de infração sanitária têm prazos diferentes, alguns contados em dias corridos, outros em dias úteis, a partir de marcos distintos. O prazo aplicável consta do próprio documento recebido ou da norma que rege o procedimento, e conferi-lo com precisão é o primeiro passo de qualquer atendimento.

Qual a diferença entre sindicância e processo ético profissional?

A sindicância é a fase de apuração preliminar: o conselho verifica se há indício de infração ética que justifique instaurar um processo. Ela pode terminar em arquivamento.

O processo ético profissional é a fase seguinte, já com imputação formal, instrução, julgamento e possibilidade de penalidade, que vai da advertência confidencial à cassação do exercício profissional. São momentos distintos, com prazos e estratégias distintas.

Você atende fora do Paraná?

Sim. A atuação é nacional. Processo ético em conselho e boa parte dos atos judiciais tramitam de forma eletrônica, e as audiências e sessões costumam admitir participação por videoconferência, o que torna a distância pouco relevante para a maior parte do trabalho.

Fui processado por erro médico. Ter havido complicação significa que errei?

Não. Complicação e erro são coisas diferentes, e essa distinção é o centro de boa parte das defesas. Procedimentos têm riscos inerentes, previsíveis e descritos na literatura, que podem se materializar mesmo com conduta tecnicamente correta.

O que se examina é a conduta: se estava de acordo com o que se esperava naquele contexto, se foi documentada, e se o paciente foi informado do risco antes. Por isso o prontuário e o termo de consentimento pesam tanto.

Você atende só médicos, ou também clínicas e hospitais?

Médicos, dentistas, clínicas e hospitais. Pessoa física e pessoa jurídica respondem em regimes diferentes, e é comum o mesmo caso alcançar as duas ao mesmo tempo, o que pede coordenação entre as defesas. Na frente preventiva, o trabalho é com gestores, diretores técnicos e responsáveis pela documentação da instituição.

Como funcionam os honorários?

Definidos caso a caso, conforme complexidade, esfera e fase em que o caso chega, e apresentados por escrito antes de qualquer trabalho começar. A primeira conversa serve para entender a situação e dimensionar isso, sem compromisso.

O contato é sigiloso?

Sim. O sigilo profissional do advogado é dever legal (Estatuto da OAB, art. 34) e alcança o que você contar já na primeira conversa, mesmo que não haja contratação depois. Os dados enviados por este site são usados só para responder ao seu contato, conforme a Política de Privacidade.

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Dois caminhos, e eles levam a lugares diferentes. Se prefere não abrir uma conversa agora, descreva o caso aqui e eu respondo por escrito. Se o assunto é urgente, o WhatsApp é mais rápido.

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