Advocacia médica: defesa e proteção jurídica para médicos e clínicas.
Sindicância no CRM, processo ético, defesa em ação por erro médico e compliance. Atuação nacional, por quem vive a fronteira entre medicina, bioética e Direito.
Resposta rápida e em sigilo profissional.

Ser notificado pelo CRM é uma das maiores angústias de uma carreira médica. E a angústia costuma vir de não saber o que vem pela frente: que prazo corre, o que a sua manifestação precisa conter, o que aquele papel realmente significa. O que decide não é o susto. É estar bem defendido a tempo.
Três frentes, uma prioridade: proteger sua prática.
Defesa em sindicância e processo ético
CRM e CFM. Da notificação à defesa técnica e ao recurso, com estratégia construída desde o primeiro despacho, quando ainda dá para orientar o rumo do procedimento.
Entenda a defesa no conselhoDefesa em ação judicial por erro médico
Contestação, condução da perícia e estratégia probatória, com leitura clínica e jurídica do caso. A perícia costuma ser o ponto onde a ação se decide.
Entenda a defesa judicialConsultoria preventiva e compliance
Clínicas, documentação assistencial, TCLE e gestão de risco, inclusive a adequação à Lei 15.378/2026. Resolver antes que vire processo.
Entenda a frente preventivaO que cada frente envolve, na prática.
Sindicância e processo ético no CRM e no CFM
A sindicância é a apuração preliminar: o conselho verifica se há indício de infração ética antes de decidir se instaura processo, e ela pode terminar em arquivamento. O processo ético-profissional é a fase seguinte, com imputação formal, instrução, audiências e julgamento; as penalidades possíveis vão da advertência confidencial à cassação do exercício. Cada fase corre em prazos próprios, contados na forma do Código de Processo Ético-Profissional, e o que se afirma na primeira manifestação permanece nos autos até o fim, inclusive em eventual recurso ao CFM.
O trabalho de defesa passa por ler o que foi efetivamente imputado, confrontar a acusação com o que o prontuário e a documentação sustentam, verificar a regularidade do próprio procedimento, redigir as manifestações técnicas, preparar o profissional para audiências e oitivas e, quando for o caso, levar a discussão à instância seguinte. A estratégia se define caso a caso, sobre o que os autos permitem.
Ação judicial por erro médico
Na esfera cível se discute responsabilidade: se houve falha técnica, falha de informação ao paciente ou falha de documentação, e se existe nexo entre a conduta e o dano alegado. Complicação não se confunde com erro. Procedimentos têm riscos inerentes, descritos na literatura, que podem se materializar mesmo com conduta correta, e a responsabilidade do médico, em regra, depende de culpa demonstrada.
É uma esfera decidida por prova técnica. A defesa organiza a versão clínica dos fatos a partir do prontuário, acompanha a perícia com quesitos e assistente técnico, e cuida da coerência entre o que se afirma no processo e o que corre em outras esferas sobre o mesmo fato, porque a mesma situação pode ser examinada também pelo conselho e pela vigilância sanitária.
Consultoria preventiva e compliance para clínicas e consultórios
A frente preventiva cuida da documentação e das rotinas que sustentam a prática: termo de consentimento específico por procedimento, prontuário e registros, contratos com profissionais, laboratórios e operadoras, regulamentos internos e adequação às normas dos conselhos, da vigilância sanitária e da LGPD no tratamento de dados de saúde.
Inclui a adequação ao Estatuto dos Direitos do Paciente (Lei nº 15.378/2026), que trouxe deveres novos de informação, consentimento e acesso ao prontuário para clínicas e consultórios. O objetivo é ter rotinas e documentos que registrem o cuidado como ele aconteceu, para que a clínica tenha o que mostrar se algum questionamento vier.
Sem mistério sobre o próximo passo.
Quem chega aqui costuma estar com um documento na mão e nenhuma clareza sobre o que ele exige. O começo é sempre o mesmo.
Leitura do documento e do prazo
Antes de qualquer estratégia, é preciso saber exatamente o que chegou e quanto tempo existe. Notificação de sindicância, citação judicial e auto de infração sanitária correm em prazos diferentes, e essa leitura muda tudo o que vem depois.
Conversa sobre o caso, com sigilo
Uma conversa para entender o que aconteceu na sua versão, com os registros à mão: prontuário, evolução, termo de consentimento, ficha do procedimento. É aqui que aparece o que a documentação sustenta e o que ainda falta reunir.
Proposta de trabalho, por escrito
Escopo, honorários e forma de pagamento definidos antes de começar, sem surpresa depois. Só então a defesa é construída.

Quem te defende entende de medicina, não só de processo.
- Advocacia dedicada exclusivamente ao Direito Médico, à Bioética e à Governança em Saúde.
- Advogado especialista em Direito Médico e mestre em Bioética.
- Membro de Comitês de Bioética hospitalares (HU Santa Maria e HU Maringá).
- Pós em Governança, Ética e Compliance pelo Albert Einstein.
- Produção acadêmica própria em bioética e responsabilidade médica.
A linguagem do médico e a do Direito, na mesma defesa.
O que os médicos costumam perguntar antes de me procurar.
O que faz um advogado de direito médico?
Atua nas questões jurídicas do exercício da medicina: defesa em sindicância e processo ético no conselho, defesa em ações judiciais ligadas à atividade profissional, orientação sobre prontuário, consentimento e publicidade médica, contratos da rotina da clínica e conformidade com as normas do CFM, da ANVISA e da legislação de saúde.
A diferença em relação à advocacia geral está na prova e na linguagem: esses casos se decidem sobre prontuário, literatura médica e perícia, e a defesa precisa transitar entre o vocabulário clínico e o jurídico sem perder rigor em nenhum dos dois.
Recebi uma notificação do CRM. Preciso mesmo de advogado?
A defesa em sindicância e em processo ético profissional pode ser apresentada pelo próprio médico, sem advogado. A questão não é a obrigatoriedade, é o efeito: o que se escreve na primeira manifestação passa a integrar os autos e acompanha o procedimento até o fim, inclusive num eventual recurso ao CFM.
Também é comum o mesmo fato correr em mais de uma esfera ao mesmo tempo, no conselho, na Justiça e na vigilância sanitária, e o que se afirma numa delas repercute nas outras. Coordenar essas frentes é parte do trabalho.
Recebi uma intimação ou citação. O que faço primeiro?
Guarde o documento e identifique duas informações: o que exatamente está sendo pedido e qual o prazo indicado. Depois, reúna a documentação do atendimento (prontuário, exames, termo de consentimento, ficha do procedimento) e evite explicações improvisadas, por escrito ou por telefone, antes de entender o alcance do que foi perguntado. A primeira manifestação entra nos autos e acompanha o caso até o fim.
Qual o prazo para responder ao CRM ou à Justiça?
Varia conforme a esfera e o ato: sindicância, processo ético, ação judicial e auto de infração sanitária têm prazos diferentes, alguns contados em dias corridos, outros em dias úteis, a partir de marcos distintos. O prazo aplicável consta do próprio documento recebido ou da norma que rege o procedimento, e conferi-lo com precisão é o primeiro passo de qualquer atendimento.
Qual a diferença entre sindicância e processo ético profissional?
A sindicância é a fase de apuração preliminar: o conselho verifica se há indício de infração ética que justifique instaurar um processo. Ela pode terminar em arquivamento.
O processo ético profissional é a fase seguinte, já com imputação formal, instrução, julgamento e possibilidade de penalidade, que vai da advertência confidencial à cassação do exercício profissional. São momentos distintos, com prazos e estratégias distintas.
Você atende fora do Paraná?
Sim. A atuação é nacional. Processo ético em conselho e boa parte dos atos judiciais tramitam de forma eletrônica, e as audiências e sessões costumam admitir participação por videoconferência, o que torna a distância pouco relevante para a maior parte do trabalho.
Fui processado por erro médico. Ter havido complicação significa que errei?
Não. Complicação e erro são coisas diferentes, e essa distinção é o centro de boa parte das defesas. Procedimentos têm riscos inerentes, previsíveis e descritos na literatura, que podem se materializar mesmo com conduta tecnicamente correta.
O que se examina é a conduta: se estava de acordo com o que se esperava naquele contexto, se foi documentada, e se o paciente foi informado do risco antes. Por isso o prontuário e o termo de consentimento pesam tanto.
Você atende só médicos, ou também clínicas e hospitais?
Médicos, dentistas, clínicas e hospitais. Pessoa física e pessoa jurídica respondem em regimes diferentes, e é comum o mesmo caso alcançar as duas ao mesmo tempo, o que pede coordenação entre as defesas. Na frente preventiva, o trabalho é com gestores, diretores técnicos e responsáveis pela documentação da instituição.
Como funcionam os honorários?
Definidos caso a caso, conforme complexidade, esfera e fase em que o caso chega, e apresentados por escrito antes de qualquer trabalho começar. A primeira conversa serve para entender a situação e dimensionar isso, sem compromisso.
O contato é sigiloso?
Sim. O sigilo profissional do advogado é dever legal (Estatuto da OAB, art. 34) e alcança o que você contar já na primeira conversa, mesmo que não haja contratação depois. Os dados enviados por este site são usados só para responder ao seu contato, conforme a Política de Privacidade.
Conte sua situação. Eu respondo.
Dois caminhos, e eles levam a lugares diferentes. Se prefere não abrir uma conversa agora, descreva o caso aqui e eu respondo por escrito. Se o assunto é urgente, o WhatsApp é mais rápido.
Recebido.
Sua mensagem chegou e eu respondo pelo contato que você deixou. Se o caso tiver prazo correndo e você preferir adiantar, o WhatsApp ao lado é o caminho mais rápido.
Não consegui registrar o envio.
Pode ter sido a conexão. Tente de novo em instantes, ou me chame no WhatsApp, que eu respondo do mesmo jeito.
É urgente?
Se há prazo correndo, ou você só quer entender o que fazer nas próximas horas, fale direto. É o mesmo sigilo.
Falar agoraSua clínica está adequada ao Estatuto dos Direitos do Paciente?
A Lei 15.378/2026 trouxe deveres novos para clínicas e consultórios, do consentimento ao prontuário. Em cerca de doze perguntas, o check-up mostra onde a sua rotina já está bem e o que merece atenção, com devolutiva na hora.
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